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domingo, 6 de maio de 2012

Obrigado

Mãe.
Por tudo.
<3
É só isto.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Acreditar na facilidade extrema:

Todos caímos neste erro, nesta ilusão.
E temos dias em que preferíamos andar iludidos durante uma vida.

sábado, 5 de novembro de 2011

Eu não sou destas coisas mas:

Quando vejo isto
acredito que seja possível...



quarta-feira, 2 de março de 2011

You and me...

Ontem vi-o finalmente.
E o final era sinceramente o que mais esperava,
para mal dos meu pecados.
Afinal um grande amor termina sempre assim...

If you love a soul more than fame and gold,
and that soul feels the same about you,
It’s a natural fact, there’s no turning back,
and here’s some advice to you:
You’ve got to say it’s:
You and me, (Ohhh, oh, oh, oh, oh)

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Eu sei lá


Perguntavam-me: Ainda te lembras da Teresa?
E eu dizia que sim, claro que não dizia oh ou então não mas, esclarecia claramente que a tua memória não me era estranha.
Depois queriam saber mais: Muitas vezes?
Eu mentia: De vez em quando. (Mas isto irritava-as...)
-E achas isso normal?
Eu desculpava-me o melhor que podia: Repara que eu tenho aquele problema de me lembrar de tudo...
Despois vinha a bomba, mais em jeito de afirmação: Mas ainda gostas dela?
Eu aproveitava o verbo: Claro que gosto!
Mas elas não perdoavam: Mas AMAS?
Eu aqui ia-me abaixo: Eu sei lá o que é o AMOR...


terça-feira, 2 de novembro de 2010



"Já faz algum tempo que eu ando por aqui
Procurei-te como um doido mas nunca te vi
Quem dera te conhecer baby mas estou com pressa
Há uma velha vestida de noiva a minha espera
Quando eu me casar com ela não chores não
Ouve a minha voz a rimar no rio trancão
E dorme my love enquanto eu canto o nosso som
Sonha connosco e como seria bom..."

sábado, 23 de outubro de 2010

Elogio ao amor

“Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo. O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em “diálogo”. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam “praticamente” apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistascomo os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do “tá bem, tudo bem”, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso”dá lá um jeitinho sentimental”. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novoscasalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempoainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A “vidinha” é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe.Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, nãoapanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que ailusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta esonhe o que quiser.O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coraçãoapanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, pormuito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha – é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um minuto de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."

É isto tudo...

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Fix

And high up above or down below
When you're too in love to let it go
But if you never try, you'll never know



And I will try, to fix your heart.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

The Notebook


Sou-vos sincero tenho alguns filmes preferidos mas este vai para além disso, sinceramente nunca pensei, mas este filme é tão tocante a cada pormenor que tem que nem sei bem explicar.
Todo o HOMEM que se digne e que seja a favor do amor, do BOM AMOR, deverá querer assim um amor, e deverá também lutar por ele não digo da mesma maneira mas com o amor que este filme representa...
É realmente fantástico o filme, vi na hora certa, no momento certo e no local certo.
Que mais posso pedir para além de um amor assim??
Estou realmente fascinado...


P.S.-Não sou pessoa de chorar a ver filmes mas com este penso que ninguém fica indiferente.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Porta...


Porque afinal existem dias em que abrir a "porta" torna-se um erro, um desastre, porque afinal existem dias em que mais vale ir embora sem dizer adeus e fechar a "porta", porque afinal mais vale não abrir a "porta" e mante-la trancada mas, de nada vale porque afinal haverá sempre quem tenha a chave...



"We've got stars directing our fate

And we're praying it's not too late"

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Mulheres!


Hoje tive um dia normal, básico e com o tempo cada vez mais esquisito e quando cheguei ao ginásio fiz o normal (cumprimentar quem conheço) surgiu ao tema de conversa as mulheres, eu por acaso até não desgosto mas penso que é um tema que tem sempre a mesma conclusão, e de repente diz um amigo:
"Eu tenho mais medo das mulheres do que dos homens..."
Digo:"Uí porque?"
Ele responde:"Porque são mais más que os homens e como se não bastasse fazem-nos sofrer mais que os homens.."
Faço um ar de sério e digo:"É bem verdade amigo..."

É como se diz, está-se sempre a aprender!

Lutar e lutar, até que cordeiros se transformem em leões.

Podia ser pior...

Hoje estava a ler umas frases e de repente li uma, uma que sinceramente até parei durante alguns segundos e pensei:"Fogo, realmente isto sou mesmo eu..."
Á coisas que as palavras nos fazem sentir mesmo como se aquilo fosse o nosso retrato mas sem desenho...
A frase era a seguinte:"Por que será que eu me apaixono por toda a mulher que mostra não ter o menor interesse em mim?" do filme Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças.

Foi a que mais me tocou porque realmente é a verdade... E a verdade por vezes dói...


(Também á outras frases que me marcaram, mas com o tempo vou deixando aqui)