Eu pergunto-me sempre se isso será mesmo para mim.
Cada vez mais.
sábado, 18 de agosto de 2012
"Estou farto da pressão, das regras, das normas, da hipocrisia, das farsas, desta falsa revolução e da politica, dos egos, de gente cinica, da teoria da conspiração e da mentira, da falta de união, do ódio, da apatia, da presunção, da injustiça, da quimera da ilusão, procuro o meu espaço, fecho-me na retoma, adeus até ao meu regresso, é como um coma..."
Eu raramente me queixo disto ou daquilo mas hoje não deixo escapar esta.
Algo que me toca, "magoa" e não percebo é o porquê de seres tão especial para alguém e receberes ou teres exactamente o mesmo peso que mais uma dezena de pessoas. Ora, se és assim tão especial teres o mesmo peso? O mesmo tratamento? Isso não faz de ti especial, faz de ti mais um de quem gostam muito. Isso não é mau, gostarem muito de ti, mas para isso não me chamem nem me digam que sou assim tão especial.
As palavras existem para isso mesmo.
Se um pão é um pão não é um pão mais bonito, mais escuro que faz dele uma broa.
Não.
Uma broa é uma broa, um pão é um pão.
Eu sou assim.
É tudo.
"Isto é uma fase ou para ti é coisa séria? Isso é só saudade ou é mesmo para a vida inteira? É a minha vida baby, não é brincadeira, ou vais-me trair e dizer que foi asneira? O que é que te impede? Qual é a barreira? Qual é o limite? Qual é a fronteira?"